quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Eu sei, eu sou, eu vou, eu quero e foda-se o resto

Sabe aquele indivíduo que acha que tudo o que faz é certo e melhor, que se intromete e interfere nos métodos alheios sem nem mesmo questionar o porquê daqueles métodos? Pois é a típica pessoa que pegou o bonde andando, quer sentar na janelinha e ainda dar tchauzinho.
É uma mistura de falta de humildade com arrogância e ser pedante. Tudo resulta numa coisa só: um sujeito insuportável que não sabe conviver com pessoas e ideias diferentes e acredita piamente que é muito mais do que realmente é.
A merda é que quem é assim não se limita a ser infeliz sozinho, mas atrapalha a vida de quem está próximo, carrega o ambiente, irrita, incomoda e contamina.
Esse poder é pra poucos, mas não tem nada de positivo nem mesmo para quem o possui. Será que isso não é percebido? Além de tudo a pessoa deve ter total falta de noção, porque não é possível! Como não perceber que está sendo inconveniente? Ah! E não para por aí, tem uma dose de egocentrismo também, ou melhor, uma dose não, um barril. É, é nesse nível mesmo.
A gente tenta dar uns toques, avisar, ser gentil, mas nada disso é aceito e, pra piorar, esse tipo de gente se incomoda com pessoas felizes e bonitas que gostam de conviver bem com os outros.

Senhor Capeta, favor resgatar esse demônio que escapou das trevas. Já estou com muito abuso. Obrigada!

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Gente que fede

Quem é que não sabe das necessidades básicas de higiene? Todo mundo é ciente de que é bacana E saudável tomar pelo menos um banho ao dia, usar desodorante, lavar as roupas, escovar os dentes no mínimo três vezes por dia, lavar os cabelos... enfim... A pergunta que não quer calar é: por que, sabendo de tudo isso, ainda tem gente que exala cheiro ruim?
Já sei a resposta: porque tá cheio de gente porca por aí. Tudo bem, é uma opção, mas a partir do momento que isso passa a afetar os outros (quem é que aguenta respirar ao lado de um fedorento?), aí vira um problema. Ninguém é obrigado a sentir o odor alheio. Tem coisa mais nojenta que cheiro de cabelo sujo? E bafo???
Mas esses dias senti um cheiro que era novo pra mim. Urgh! Sentei ao lado de um cara no ônibus que fedia a falta de banho misturado com roupa suja, acho. Viagem sofrida aquela. Abri a janelinha o máximo que pude e quase tive que enfiar a cabeça pra fora. Difícil mesmo era quando o busão parava nos semáforos ou ficava muito tempo nos pontos: o ar não circulava e a coisa piorava.
Mas o que me revolta é que esse não foi o único caso. Quase TODA vez que tomo ônibus para ir ao trabalho, tenho a infelicidade de sentar ao lado de alguém malcheiroso. Ou meu olfato é muito bom, ou o da maioria do povo não funciona bem. É difícil começar o dia assim.
Sugiro que ao lado da Campanha "Faça Xixi no Banho", deveria ter a "Aproveite e Tome Banho Também!". É saudável, faz bem a você e às pessoas ao seu redor!

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Dos juizinhos de plantão

Apontar o dedo na cara do outro e julgar é muito fácil. A gente tira conclusões e acredita tanto nelas que até a nossa visão é distorcida. Passamos a ver o que achamos, sem ter a delicadeza e o bom senso de parar pra perguntar se é isso mesmo. E isso não pode ser mudado, porque cada um está muito ocupado com as próprias verdades e convicções. Não há espaço pra mais nada, muito menos para refletir sobre o fato de que não somos os donos da razão. Somos humanos de merda, não preparados para as reais verdades da vida e, pra distrair, brincamos de juíz - só dos outros - pra não termos de olhar pra nós mesmos.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Dias cinzentos


Tenho abuso desses dias em que a gente não tem vontade de fazer absolutamente nada, a não ser mudar o canal da TV. Claro que isso seria possível num final de semana e não há nada melhor do que olhar pro temporal rolando lá fora e saber que simplesmente não precisa se mover de onde está.
Mas quando isso acontece numa terça-feira pós feriado, além de foder a vida de todo mundo que depende de um transporte qualquer para ir ao trabalho (200% da população), dá aquela preguiça rastejante, um sono incômodo, daqueles que deixam a gente com vontade de inventar uma dor de barriga só pra poder ir embora pro nosso doce, quentinho e aconchegante lar. E depois do almoço??? Minhanossa! Só metendo uns palitinhos nas pálpebras. Chega a dar raiva essa moleza que impede o cérebro de funcionar direito e atrapalha todo o rendimento do dia.
Sou a favor de uma lei que permita o pobre assalariado a permanecer em casa em dias assim. Afinal, isso não faz bem a ninguém, nem a empresa e nem ao funcionário. Folga em dias chuvosos já!

terça-feira, 4 de agosto de 2009

abuso em dia de chuva...

Aproveitando essa temporada molhada que acabamos de passar (espero eu) em SP, quero fazer um apelo aos usuários de guarda-chuva.

DÁ PRA FAZER O FAVOR DE NÃO ANDAR NOS LUGARES COBERTOS?

Eu não gosto de guarda-chuva. Uso apenas quando extremamente necessário. E por isso, acabo indo por baixo dos toldos e cantinhos cobertos pelas ruas. Aí, o que acontece? As pessoas são tão espertas, que SEMPRE andam no coberto, batendo seus guarda-chuvas entre si, espirrando água e quase furando os olhos dos transeuntes desavisados.

Aproveitando o abuso de pessoas, cito também as que insistem em ser mal educadas no metrô. As instruções são simples e não dói nada segui-las: ande sempre pela direita, facilite o desembarque, não pare na região das portas. Cade a dificuldade disso?
Ainda sou obrigada a ouvir o senhor espertoman, estacionado do lado esquerdo da escada rolante, dizer "tá com pressa, vai pela escada normal."
Vem cá, meu senhor, a escada normal da estação Consolação do metrô tem aproximadamente 150 degraus contra 50 da escada rolante, que ainda te ajuda a ir mais rápido. Tu fala isso na descida, quero ver teu fôlego nos teus dias de pressa.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Fuck you

Pra variar só eu apareço por aqui, e de vez em nunca.
Registro aqui meu abuso de homofobia, muito bem traduzido por Lily Allen e os franceses que fizeram esse vídeo.

domingo, 29 de março de 2009

ai como faz tempo

é, eu sou a colaboradora que mora longe e que abandonei GERAL o blog e asamiguitudo.
mas hoje, num belo domingo de sol aqui en buenos aires tenho um nó na garganta e um abuso do tamanho de um bonde.
não, não tem nada a ver com os abusos brasileiros da eterna disputa pelé-maradona. é abuso do povo mesmo, sabe?!
abuso de por um minuto acreditar piamente que as pessoas são amigáveis como os brasileiros.
sei lá, definitivamente o calor humano que a gente tem é insubstituível. agora já consigo entender um pouco porque os brasileiros meio que se agrupam quando estão morando fora.
aqui falta aquela coisa de tentar com que um outro faça realmente parte da sua vida. que uma pessoa fiquei "inserida" dentro da sociedade. e acho que é exatamente isso que me dá abuso.
isso pode até parecer que é um problema meu, mas não. já escutei muitas outras pessoas com a mesma reclamação e o mesmo problema.
enfim, quando escrevo o abuso aumenta.
um dia passa.

então besomellama.